componentes e aliados

  1. Átila Fragozo
  2. Beatriz Seigner
  3. Cauê Novaes
  4. César Meneghetti
  5. Ulisses Dias
  6. Juliana Rocha
  7. Guta Pacheco
  8. Julio Dojcsar
  9. Laura Guimarães
  10. Maíra Bühler
  11. Marcos Castanho
  12. Marina Alegre
  13. Murilo Taveira
  14. Newber Machado
  15. Pedro Noizyman
  16. Rafaella Costa
  17. Sato do Brasil
  18. Simon Simontob
  19. Silvana Marcondes
  20. Will Robson
  21. Willem Dias
  22. Zeca Caldeira

 

MINI BIO DOS COMPONENTES DO

COLETIVO CASADALAPA®  (ANO 2015)

 

ÁTILA FRAGOZO, nascido em São Paulo em 1981, tem como foco de seu trabalho intervenções urbanas e vídeo. Integrante do coletivo artístico casadalapa e Paulestinos realiza estas intervenções como lambedor, pixador, cenografias e vídeo-projeções em projetos inclusivos.

 

BEATRIZ SEIGNER, roteirista e diretora do longa-metragem de ficção “Bollywood Dream – O Sonho Bollywoodiano” (2009), primeira co-produção cinematográfica entre o Brasil e a Índia, lançado comercialmente em mais de 13 cidades no Brasil em 2011, tendo perticipado de cerca de 19 festivais internacionais ao redor do mundo (Pusan, Tokyo, Paris, Los Angeles, São Paulo e etc).

 

CAUE NOVAES (FALTA MINIBIO)

 

 

CESAR MENEGHETTI. Artista visual e cineasta paulistano formado em São Paulo, Londres e Roma. A sua obra desde os anos 90 é caracterizada por um profundo interesse em questões sociais e um constante indagar sobre as formas de linguagem. Seu trabalho artístico e cinematográfico é reconhecido internacionalmente e exibido em mais 40 países: Biennale di Venezia (2013, 2011, 2005), Bienal de Sharjah, Bienal de Cerveira, Biennale Adriatica, MIS – SP, MAXXI, MACRO – Roma, Festival di Locarno 51 e 55 (Cinéastes du présent), Festival di Venezia 66 e 69 (Giornata degli Autori), Festival del Nuevo Cine de Habana, Festival “E’ tudo verdade”, Trasmediale, File, Loop, Currents, Videoformes, Videobrasil, etc. Prêmio FUNARTE de arte contemporânea 2011, Prêmio Brasil arte contemporânea 2010 (Bienal de São Paulo) Prêmio na IV Bienal Interamericana de Videoarte (Washington), Premio Globo Tricolore (2012), Nastro d’argento 1996, 2004, 2009 (SNCCI) e Prêmio Petrobrás Cultural 2002 e 2006. É um dos 99 nomes da antologia “Made in Brasil – 30 anos de vídeo brasileiro”, de Arlindo Machado e um dos 22 artistas contemporâneos

analisados no volume “Arte Iperconteporanea” por Simonetta Lux.

 

CRISTIANO VIANA Psicólogo e Educador, atua como articulador cultural e agente micropolítico em projetos de Saúde Coletiva e Cultura Urbana. Pesquisador do campo das subjetividades contemporâneas e Redução de Danos, é parceiro do coletivo de arte e intervenção urbana casadalapa. Atualmente, coordena com parceiros e aliados no território da Luz o projeto de intervenções multiculturais “Cidadania Rodante na Luz – Casa Rodante”, uma realização da Associação Sabiá/casadalapa em parceira com Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Atual Diretor Executivo da OSCIP Associação Sabiá (www.sabia.org.br)

 

EVELYN GOMES, nascida em Arapiraca – AL no ano de 1987. É produtora / articuladora cultural e ocupadora do espaço público. Cursou Gestão em Moda na FMU, atua como pesquisadora de comportamento e tendência no Brasil, é produtora cultural, atuando principalmente para os grupos: Tiqueque e Pitanga Em Pé de Amora. Prossegue atuando em coletivos que promovem a ocupação do espaço público. Atuante no coletivo ônibus hacker. É também desenvolvedora do projeto Amar é Cuidar do Lixo, que propõe em pequenos e grandes eventos a atuação do público na conscientização da produção de resíduos sólidos. Atuante no coletivo BaixoCentro, cuja prioridade é discutir a utilização popular do espaço público com foco no centro de São Paulo. Co-produtora do festival BaixoCentro. Experiência em financiamentos coletivos bem sucedidos: Ônibus Hacker, Festival Baixo Centro I e II, Festa Junina no Minhocão I e II, Abrigação. Produtora executiva trabalha com circo, dança, música, contação de histórias e música. Trabalhando com os grupos: Palhaça Rubra, Acrobático Fratelli, Namakaca, Tiquequê, Pitanga em Pé de Amora, Batuntã, entre outros. Mentoring na Escola de Notícias, participa do segundo ano de formação dos jovens comunicadores culturais. Atuante no coletivo casadalapa. Coordenadora/ Produtora executiva do projeto Casa Latina que em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos.

 

FERNANDO SATO ou melhor Sato do Brasil é diretor de arte, designer gráfico, cenógrafo, fotógrafo, ilustrador e sushiman. Integrante dos coletivos casadalapa, Frente 3 de Fevereiro e Ocupe a Mídia. Seus ambientes vão do teatro, cinema, animação, sinalização até diagramação de livros e grafite, stencil e lambe-lambe. Nasceu no Rio de Janeiro pra lá do túnel e cresceu na ZN de São Paulo, onde a cidade acaba. Hoje vive na rua e no mundo.

 

GUTA PACHECO, nascida em São Paulo em 1980, cineasta, montadora de filmes e vídeos. Formada em Jornalismo, fez especialização em Montagem Cinematográfica na escola de S. Antonio del Baños de Cuba. Trabalhou na TV Cultura, na MTV, nos Estúdios Mega e há 07 anos tem o próprio estúdio de edição, trabalhando em séries de TV, documentários e ficções para diferentes diretores e produtoras. É integrante do coletivo casadalapa. Mais info: http://www.gutapacheco.blogspot.com­

 

JULIO DOJCSAR, nascido em São Paulo em 1969, grafiteiro e cenógrafo, integrante do coletivo artístico casadalapa e da Frente 3 de fevereiro. Tem seu trabalho focado em intervenções urbanas, cenografia para teatro de rua ou espaços não convencionais.

 

LAURA GUIMARÃES (FALTA MINIBIO)

 

MAÍRA BÜHLER é antropóloga e começou sua carreira no cinema como assistente de roteiro para Cao Hamburger no filme “O Ano Em Que Meus Pais Saíram De Férias”. Em 2006, dirigiu, com os arquitetos João Sodré e Paulo Pastorelo, o filme Elevado 3.5, ganhador do prêmio de melhor documentário longa-metragem no festival “É Tudo Verdade”, 2007. Depois disso, em 2008, coordenou uma longa pesquisa de conteúdo para o filme Xingu, Cao Hamburger, O2 Filmes. Em 2010, criou e dirigiu a série “Conversa de Salão”, uma série documental de 13 episódios, exibida pelo GNT. Em 2011, dirigiu o documentário “Ela Sonhou Que Eu Morri” com Matias Mariani, com o qual ganhou dois prêmios de melhor direção: no Festival de Paulínia de 2011 e de Viña del Mar de 2012, além de menção honrosa no Cachoeira-Doc. Em 2012, Maíra lançou sua primeira ficção, Fios de Ovos, um telefilme (TV Cultura) também dirigido com Matias Mariani que, além de estrear na televisão passou no Festival de Cinema Latino Americano e no Indie-Lisboa. Em 2013, Maíra dirigiu uma temporada da série “Nota 10” no TV Futura. Em 2014, estreou internacionalmente seu terceiro longa metragem, “A Vida Privada dos Hipopótamos”, também dirigido com Mariani, na competição internacional do FID-Marseille, França. O filme estreará no Brasil na mostra competitiva do próximo Festival do Rio, 2014. Atualmente Maíra dedica-se ao desenvolvimento de seu quarto longa metragem, “Hotel Paris”, que ganhou a Linha 1 do edital de desenvolvimento da prefeitura de São Paulo em 2014 e recentemente foi selecionado para participar do Tribeca Film Lab, em São Paulo.

 

MURILO THAVEIRA é ator, designer gráfico, músico, cenógrafo e iluminador. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, referência internacional de teatro, em iluminação foi assistente de Wagner Antônio, em cenográfia foi assistente de Júlio Dojscar e Silvana Marcondes. Atualmente trabalha em conjunto com Sato onde desenvolve diversos trabalhos de direção de arte para teatro, cinema, dança e música e integrante do coletivo de artista da casadalapa, e também integra o coletivo de atores 28 Patas Furiosas que atualmente desenvolve o projeto lenz, um outro.

 

NEWBER MACHADO, designer gráfico, fotógrafo, cinegrafista e grafiteiro. Membro do coletivo casadalapa desde 2007, é especializado em projetos estranhos: trabalha com produção gráfica para cinema/TV, marketing de guerrilha e corta estêncil de vez em quando.

 

PEDRO NOYZMAN. Após cursar a faculdade de Cinema e Vídeo na Escola de Comunicações e Artes da USP, foi trabalhar com seu então professor, José Luiz Sasso, na JLS Facilidades Sonoras. Desde 2000 trabalhou como assistente de mixagem e, a partir de 2002, passou a assumir a mixagem de diversos curtas e longas­metragens. Desde então, são mais de 40 filmes mixados, dentre eles O Signo do Caos, de Rogério Sganzerla, Eu Me Lembro, de Edgar Navarro, A Via Láctea, de Lina Chamie, Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch e Entre Vales, de Philippe Barcinsky. Em 2005 passa também a editar som, tornando­se Sound Designer. Dentre seus trabalhos destacam­se O Milagre de Sta. Luzia, de Sergio Roizenblit (2009), Bollywood Dreams, de Beatriz Seigner (2009), Reflexões de Um Liquidificador, de André Klotzel (2010), Estamos Juntos, de Toni Venturi (2011), Os Amigos, de Lina Chamie (2013) e De Menor, de Caru Alves de Souza (2013).

 

RAFAELLA COSTA, formada em direito com especialização em Film & Business – Cine/TV. Iniciou seus trabalhos no mercado publicitário e não demorou muito para se enveredar na produção de cinema e tv, neste segmento atuou na produção executiva de filmes e séries em diversas produtoras paulistas, É sócia diretora da Manjericão Filmes, produtora que atua dentro da casadalapa ,coletivo de artistas independentes. Entre seus principais trabalhos estão a minissérie “Trago Comigo” (TV Cultura), de Tata Amaral, produção executiva dos longas “Hoje”, de Tata Amaral, “De menor” de Caru Alves de Souza, grande ganhador do Festival do Rio de 2013, “Trago Comigo” de Tata Amaral em fase de finalização, além de diversos outros trabalhos em curtas e medias metragens. Também dirigiu a produção da fase brasileira no longa metragem “Praia do Futuro”, de Karim Ainouz, e “Amor em Sampa”, de Carlos Alberto Riccelli, ambos produzidos pela Coração da Selva Transmídia. Seu mais recente trabalho foi a produção executiva da primeira série produzida no Brasil pela Disney Channel , “Que Talento”.

 

SILVANA MARCONDES, artista plástica, trabalha com figurinos, bonecos, adereços e cenografia em diversas áreas. No Teatro tem realizado figurinos e cenários para diversas companhias e recebeu o Prêmio Shell de Teatro 2008 na categoria Figurino, Prêmio Panamco de Teatro Infantil 2003 na categoria Figurino, e foi indicada para Prêmio Revelação Panamco 2002, Prêmios Coca Cola Femsa 2004 de Figurino e Cenário. Na moda trabalha com o estilista Jum Nakao desenvolvendo projetos especiais, como a coordenação da confecção das roupas de papel do desfile “A Costura do Invisível” em junho de 2004, em maio de 2005 apresentou este mesmo desfile nas Galerias Lafayette em Paris, e em fevereiro de 2006 levou alguns trajes para a exposição Showtime no Musée Galliera, Paris.

Na televisão esteve na coordenação e co-criação junto a Jum Nakao, dos figurinos de papel na mini-série “Hoje é dia de Maria”, veiculada em janeiro de 2005 na rede Globo. Na segunda etapa “Hoje é Dia de Maria – 2ª Jornada”, trabalhou como Figurinista Assistente na mini-série que veiculou em outubro de 2005.

 

SIMON SIMONTOB (tenho minibio mas não acho agora)

 

WILL ROBISON. DJ e produtor musical, já discotecou em casas noturnas como D-Edge, Ampgalaxy, Hotel Unique, Urbano Club, 00 (Rio de Janeiro), Casa do Castelo (Algarve-Portugal), Azucar; Em eventos: Vivo Open Air, Festival DJ Fest em Luanda-Angola, Pepsi Stage – Skol Beats, Mundo Mix PT (uma versão do MMMix patrocinado pela PT Comunicações) acontece em cidades como Lisboa, Coimbra, Lagos e Porto, lounge da Nokia dentro do evento Sonarsound dia, Parque Lage (RJ), FIAT/Ferrari, Bar do Teatro HAU (Berlim); Produção artística: Dan Nakagawa, Dakor, Fulerô o Esquema, Mariana Belém, Pedro Lima, Coletivo 177, remix de Fafá de Belém; Projetos Musicais: DJ Malocca (estilo brazilian beats+breakz lançado em Portugal e Japão), Bossa8 (bossatrônica +sambas raros), Quebrante Sound System (rap afrobeat e breakz cantado em espanhol, francês e inglês), Frente 3 de Fevereiro; Trilhas: Parlapatões, Doc Dog, Grupo Teatral Maquinaria (H2O), Cia Cachorra (Voraz), Samsung, Bradesco-Previdência.

 

WILLEM DIAS no cinema há mais de 30 anos, fez o caminho inverso de Getúlio: deixou a História para cair na vida. Depois de quase dois anos frequentando as aulas do curso História da PUC, abandonou a graduação. Passou a trabalhar como assistente de montagem, primeiro em publicidade e depois no cinema, com Galileu Garcia Jr., de quem foi assistente na edição de “Feliz Ano Velho” . Quando Collor praticamente acabou com a produção de longas no começo dos anos 90, voltou para publicidade como editor de som, função que exerceu por alguns anos na Jodaf. Paralelamente, montava os primeiros curtas de Beto Brant, Mauro Lima. Até que em 97 montou seu primeiro longa, “Os matadores” de Beto Brant. E já de cara, ganhou o Kikito de melhor montagem no Festival de Cinema de Gramado.Não parou mais. Seu nome consta nos créditos de montagem de diversos filmes brasileiros, tanto documentário como ficção, entre eles: “À margem do lixo” de Evaldo Mocarzel, , “Os 12 Trabalhos”, de Ricardo Elias, “Carandiru, Outras Histórias”, série da Tv Globo, direção de Roberto Gervitz, supervisão de Hector Babenco; ” Crime Delicado”, de Beto Brant, “Eu receberia…” de Beto Brant, Super Nada de Rubens Rewald, De menor de Caru Alves de Souza entre outros.

 

 

ZECA CALDEIRA, nascido no Rio de Janeiro em 1977 começou a carreira profissional em 1999, como assistente de Luiz Garrido e Sérgio Pagano. A formação em estúdio e o aprendizado no trabalho editorial, contribuíram para que em 2000, fosse selecionado a participar do programa Curso Abril de Jornalismo para Revistas. Mudou-se para São Paulo, onde se estabeleceu como fotógrafo free-lance, em 2001. Ainda este ano, foi chamado para Editora Três, na qual fotografou para as revistas do grupo IstoÉ, até 2007. Desde 2005, é também integrante do coletivo casadalapa, projeto, do qual foi um dos fundadores, e que hoje reúne cenógrafos, designers, videomakers, fotógrafos, músicos, DJs, grafiteiros e artistas. Ganhador do Prêmio New Holland de Fotojornalismo Internacional 2007, Caldeira também participou de exposições, mostras e salões, como a individual de outubro de 2006, no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), pelo projeto Novos Talentos. Em 2008, mudou-se para Londres, onde formou-se mestre em Photography and Urban Culture, pela University of London, Goldsmiths College. E onde desenvolveu e expôs dois projetos que tratam do cotidiano e da vida do cidadão comum. Hoje, de volta ao Brasil, atua como fotógrafo freelancer para revistas do grupo Abril e realiza trabalhos corporativos. Também atua na produção de audiovisual onde destaca-se a participação no projeto Enquadro, selecionado pelo programa Rumos do Itaú Cultural em 2010.